quinta-feira, 2 de maio de 2013
Sertanejo universitário e a imbecilidade monossilábica

terça-feira, 19 de março de 2013
Cristovam lamenta posição do Brasil no IDH e critica governo por não assumir 'tragédia' na educação
domingo, 9 de setembro de 2012
Duas perguntas, escolha a mais apropriada
Da para conscientizar quem já tem consciência do que está fazendo?
OU
Da para conscientizar quem já vendeu a sua consciência?
Minha opinião:
Tanto no primeiro caso, como no segundo, não é possível. Isso porque o problema é de ordem moral. Nesse caso, então, não é o homem que deve intervir, mas Cristo na vida do indivíduo.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
O poder das mensagens subliminares
domingo, 19 de agosto de 2012
Autista desenha NY de cor depois de passeio de 20 min
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Escolha
terça-feira, 26 de junho de 2012
Hábito de ler cresce entre os evangélicos
“De fato, conforme você vai lendo, vai querendo saber mais. Acredito que isso aconteça com aqueles que desejam conhecer mais a Deus. Foi o que aconteceu comigo. Eu não gostava mesmo de ler, mas, a partir da leitura da Bíblia, que foi escrita por homens inspirados por Deus, também comecei a ler outros livros que complementassem os ensinamentos”, conta a contabilista Carolina Dias, de 25 anos.
Cerca de 8,5 milhões de Bíblias são produzidas por ano no Brasil. Em 2011, a Gráfica da Bíblia, da Sociedade Bíblica Brasileira (SBB) entrou para a história do Brasil e do mundo com a marca de 100 milhões de Bíblias produzidas.
O comércio de livros religiosos tem sido impulsionado pelo aumento do poder de compra da classe C e o crescimento da população evangélica. Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), o segmento foi responsável por 14,7% do faturamento do mercado em 2011.
Com o faturamento de R$ 479 milhões de 2011, o mercado de livros cristãos projeta o faturamento de R$ 548 milhões em 2012.
Educação X aborto
domingo, 11 de dezembro de 2011
Entrevista com Marina Silva
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Música estimula vida sexual dos jovens


quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Prostituição é o terceiro “negócio” mais rentável

segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Sobre o ENEM...
"Prof. Elza que Deus te abençoe,só tenho uma coisa a lhe dizer eu não sou irresponsável e nunca irei ser.Jugar as pessoas só Deus, acho que você sabe.Não misture as coisas. Prof.Inácio Araújo."
A falta de argumentação do senhor secretário já diz alguma coisa sobre quem realmente tem uma parcela de culpa. Ele começa com a velha e "clichê" frase, que muitos usam quando querem se colocar como vítima e se apresentar aos olhos da população como inocente que está sendo injustiçado: "Deus te abençoe..."
Depois diz: "... só tenho uma coisa a dizer eu não sou irresponsável e nunca irei ser." Ou seja, não disse nada. O secretário, como pessoa pública, não só tem o direito de dizer que não é um irresponsável, mas tem o DEVER de dizer o POR QUE não é, para a população. De duas, uma. Ou argumenta o PORQUE ele não teve responsabilidade, ou reconhece que teve.
Depois, mais uma vez, ele volta a usar o discurso do "bom cristão", dizendo: "Jugar as pessoas só Deus..." Ai o senhor secretário "misturou as coisas". Ninguém o condenou ao céu ou inferno, mas apenas o criticou como secretário da educação do município, ou seja, ele é uma pessoa pública, e deve, sim, satisfação a população, aos alunos e pais de alunos. O que não ocorreu.
Finalmente, o professor termina com a seguinte frase: "Não misture as coisas." Eu pergunto: misturar o quê?
Sinceramente, esse comentário feito pelo prof. Inácio é uma falta de respeito com os pais e alunos.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
EUA, paladino dos direitos humanos?

domingo, 4 de setembro de 2011
Sonhos de consumo: dá para viver sem eles

domingo, 28 de agosto de 2011
Estudo analisa representação feminina em capa de revista

quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Por que os alunos não gostam de estudar?

Muito se fala que é preciso melhorar a educação do Brasil, por isso é preciso aumentar o salário do professor e melhorar a estrutura física da escola. De fato, isso é necessário. Mas uma das coisas que falta na educação nesse país (que não é tão dito) é fazer o aluno gostar de estudar. O fim da educação são os alunos, logo, mesmo que os professores tenham um excelente salário e as escolas uma ótima estrutura física, não haverá o principal, ou seja, alunos com prazer de estudar.
Alguém pode até dizer: “se os professores não tiverem um salário justo e as escolas estruturas decentes, os alunos não vão gostar de estudar.” Eu discordo desse pensamento. Primeiro que a questão do salário do não deve tirar o gosto e a motivação do professor de lecionar, então, para o aluno o que importa é a motivação e o prazer do profissional em trabalhar. O jogador de futebol sente prazer em jogar, independente se é num clube sem expressão nenhuma ou se é num de expressão nacional. Um pintor sente prazer em pintar, mesmo que não seja reconhecido por isso. Um cantor gosta de contar, mesmo que seja num barzinho qualquer, e não num grande evento.
Com relação à estrutura da escola, podemos fazer igual comparação. Pergunte a um aluno que gosta de jogar futebol se ele sente prazer em jogar em um campinho de terra batida, você acha que ele vai dizer: “não, só gosto de jogar em campos oficiais”, ou vai dizer: “sim, gosto muito”. Certamente a segunda opção. Então, o que vai fazer a diferença para o aluno não é a estrutura física da escola (mesmo que tenha sua relevância).
Agora o leitor pode perguntar: “mas, e as escolas privadas?” elas são uma prova que o que faz o aluno gostar de estudar não é a estrutura física da escola e professores com salários altos. Isso mesmo. Quem disse que os alunos de escolas particulares gostam de estudar, eles são obrigados porque sabem que os pais estão pagando para eles estarem lá. O ser “estudioso” não sinônimo de uma placa na testa do aluno dizendo: “adoro estudar”, pelo contrário, ser “estudioso” está mais para uma obrigação e sacrifício, seja para os alunos de escolas particulares e públicas.
Então, por que o aluno não gosta de estudar? A pergunta mais adequada seria: “por que o aluno deveria gostar de estudar?” acho que o problema está no QUE é no COMO é ensinado aos alunos. O modelo de ensino que existe faz o aluno DECORAR coisas que NÃO FAZ NENHUM SENTIDO para ele. Ou seja, o aluno passa uns 10 anos decorando coisas que ele não sabe o motivo. Para quê? Para quando ele for fazer uma prova de vestibular (se ele quiser fazer) ele marcar as questões certas. Conclusão: o aluno passa mais de 10 anos estudando decorando coisas que não significam absolutamente nada para ele, português, matemática, história, biologia, física etc, para um dia se ele quiser fazer um vestibular ou concurso (talvez os pais forcem ele) marque o maior número de possíveis questões de maneira correta. Fim.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A ciência adverte: fumar maconha emburrece








