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domingo, 5 de agosto de 2012

Escolha


                 "Conversamos agora com Renato Medeiros que é presidente do PRTB no município.

                "Ele confirmou que aderiu para a candidatura de Manezinho por entender que esse possui as melhores propostas para desenvolver o município."

Fonte: Upanema News

Nota: 

Como é que o presidente de um partido está num dia coligado ao lado da oposição, e no outro simplesmente se posiciona ao lado da situação, simplesmente por entender, só naquele momento, que a situação tem melhores propostas? Só agora, depois de se coligar e já iniciada a disputa, foi perceber isso? Onde fica a coerência e convicção política?

O fato é: se se pensava que Luiz Jairo era o candidato a ser eleito, o melhor, o de competência, e Manezinho não, ele “não pode”, agora, simplesmente dizer que Luiz Jairo é “ruim” e Manezinho o “melhor”. Tem-se que se ter coerência, e o coerente é Renato dizer que os dois são candidatos ruins, mas que o menos ruim é Manezinho, e não colocar uma camisa verde subir num palanque dizendo que o que era melhor se tornou pior e o pior agora melhor. O simples fato de Luiz Jairo ter se mostrado, na visão de Renato, sem condições ou méritos para ser prefeito, não faz de Manezinho um melhor candidato do que de fato ele era, antes dessa mudança de visão.          

terça-feira, 26 de junho de 2012

Hábito de ler cresce entre os evangélicos

 Hábito de ler cresce entre os evangélicos
A Bíblia é o maior incentivo de leitura dos evangélicos. Segundo dados da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, evangélicos leem o dobro da população em geral.

“De fato, conforme você vai lendo, vai querendo saber mais. Acredito que isso aconteça com aqueles que desejam conhecer mais a Deus. Foi o que aconteceu comigo. Eu não gostava mesmo de ler, mas, a partir da leitura da Bíblia, que foi escrita por homens inspirados por Deus, também comecei a ler outros livros que complementassem os ensinamentos”, conta a contabilista Carolina Dias, de 25 anos.

Cerca de 8,5 milhões de Bíblias são produzidas por ano no Brasil. Em 2011, a Gráfica da Bíblia, da Sociedade Bíblica Brasileira (SBB) entrou para a história do Brasil e do mundo com a marca de 100 milhões de Bíblias produzidas.

O comércio de livros religiosos tem sido impulsionado pelo aumento do poder de compra da classe C e o crescimento da população evangélica. Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), o segmento foi responsável por 14,7% do faturamento do mercado em 2011.

Com o faturamento de R$ 479 milhões de 2011, o mercado de livros cristãos projeta o faturamento de R$ 548 milhões em 2012.



Fonte: Guia-me/CPAD NEWS/ Sociedade em Foco

Nota: Geralmente se associa a religião e a leitura e estudo da Bíblia com à falta de instrução das pessoas, contudo, fatos como esses nos mostram que, pelo contrário, a religião destituída de fanatismo [aquelas que geralmente tem um discurso um tanto incoerente de que "estudar 'demais' é pecado, ou perigoso"] corrobora para um crescimento intelectual do  indivíduo, logo, lhe dando margem para uma maior possibilidade formação como cidadão.

"Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;" (Provérbios 3:13)
  

Educação X aborto


Uma análise científica de dados dos últimos 50 anos sobre a mortalidade materna do Chile concluiu que o fator mais importante na redução da mortalidade materna é o nível educacional das mulheres. A equipe do Dr. Elard Koch, da Universidade Católica de Concepción, analisou o efeito sobre a mortalidade materna exercido pelo histórico educacional (escolaridade) e pelas políticas de saúde da mulher, incluindo a legislação que proibiu o aborto no Chile em 1989. Os pesquisadores analisaram os fatores com probabilidade de afetar a mortalidade materna, tais como anos de escolaridade, renda per capita, taxa de fecundidade total, ordem de nascimento, abastecimento de água potável, esgoto sanitário e parto por pessoal qualificado.

“Educar as mulheres aumenta a capacidade que elas têm para acessar os recursos de saúde existentes, incluindo atendentes qualificados para o parto, e leva diretamente a uma redução no seu risco de morrer durante a gravidez e o parto”, diz Koch.

Uma das descobertas mais significativas é que, ao contrário de suposições amplamente sustentadas, tornar o aborto ilegal no Chile não resultou em um aumento da mortalidade materna. Os defensores da legalização do aborto argumentam que a ilegalidade leva as mulheres para clínicas ilegais, o que aumentaria sua mortalidade. Na verdade, após o aborto tornar-se ilegal, em 1989, a Taxa de Mortalidade Materna (TMM) continuou a diminuir de 41,3 para 12,7 por 100 mil nascidos vivos - uma redução de 69,2%. TMM é o número de mortes maternas relacionadas à gravidez, dividido pelo número de nascidos vivos.

“Definitivamente, o status legal do aborto não tem relação com as taxas globais de mortalidade materna”, destacou o Dr. Koch.

Durante o período do estudo - 50 anos -, a Taxa de Mortalidade Materna geral declinou dramaticamente, passando de 270,7 para 18,2 óbitos por 100 mil nascidos vivos entre 1957 e 2007 (93,8%), tornando o Chile um modelo para a saúde materna em outros países.

As variáveis que afetam essa diminuição incluem os fatores previsíveis, como o acompanhamento do parto por atendentes qualificados, nutrição complementar para as mulheres grávidas e seus filhos nas clínicas de cuidados primários e escolas, instalações limpas e fertilidade. Mas o fator mais importante, e aquele que aumentou o efeito de todos os outros, foi o nível educacional das mulheres. Para cada ano adicional de escolaridade materna, houve uma diminuição correspondente na TMM de 29,3 por 100 mil nascidos vivos.



domingo, 11 de dezembro de 2011

Entrevista com Marina Silva

Entrevista com a educadora Marina Silva, onde ela fala um pouco de sua trajetória de vida.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Música estimula vida sexual dos jovens


Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam músicas de conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais ativa. A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre suas vidas sexuais e hábitos musicais. Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das chances de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período. Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um ato puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada American Journal of Preventative Medicine. (...)



Nota de Mishelson Borges: cada vez mais pesquisas deixam evidente o poder da música sobre a mente humana, o que deve chamar a atenção dos cristãos para os critérios de seleção do conteúdo musical ao qual eles se expõem. Some-se a isso a notícia recente sobre a maneira como o homem vê as mulheres semi-nuas, a influência dos programas de TV com conteúdo erótico na iniciação sexual precoce dos jovens, as letras depreciativas das músicas tipo funk e a maneira como a mulher é exposta em festas populares como o Carnaval (veja foto ao lado), e teremos uma ideia do tipo de sociedade em que estamos vivendo. Nossa dívida com Sodoma e Gomorra só aumenta...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Prostituição é o terceiro “negócio” mais rentável

Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, “sabem distinguir entre sexo e amor”. Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois. Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade. “Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo ‘falocêntrico’, o colecionador de mulheres”, disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo. “O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social”. [Leia mais...]

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sobre o ENEM...

"Prof. Elza que Deus te abençoe,só tenho uma coisa a lhe dizer eu não sou irresponsável e nunca irei ser.Jugar as pessoas só Deus, acho que você sabe.Não misture as coisas. Prof.Inácio Araújo."

A falta de argumentação do senhor secretário já diz alguma coisa sobre quem realmente tem uma parcela de culpa. Ele começa com a velha e "clichê" frase, que muitos usam quando querem se colocar como vítima e se apresentar aos olhos da população como inocente que está sendo injustiçado: "Deus te abençoe..."

Depois diz: "... só tenho uma coisa a dizer eu não sou irresponsável e nunca irei ser." Ou seja, não disse nada. O secretário, como pessoa pública, não só tem o direito de dizer que não é um irresponsável, mas tem o DEVER de dizer o POR QUE não é, para a população. De duas, uma. Ou argumenta o PORQUE ele não teve responsabilidade, ou reconhece que teve.

Depois, mais uma vez, ele volta a usar o discurso do "bom cristão", dizendo: "Jugar as pessoas só Deus..." Ai o senhor secretário "misturou as coisas". Ninguém o condenou ao céu ou inferno, mas apenas o criticou como secretário da educação do município, ou seja, ele é uma pessoa pública, e deve, sim, satisfação a população, aos alunos e pais de alunos. O que não ocorreu.

Finalmente, o professor termina com a seguinte frase: "Não misture as coisas." Eu pergunto: misturar o quê?

Sinceramente, esse comentário feito pelo prof. Inácio é uma falta de respeito com os pais e alunos.

>>> Carta e comentários

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