
quinta-feira, 31 de março de 2011
"Sob o império da bobagem"

quinta-feira, 10 de março de 2011
Sensacionalismo

Entretanto, o jornal El Mundo provou que a história não foi bem assim. O El Mundo investigou e descobriu que a menina, na verdade era um menino, chamado Kong, e que a criança não faleceu no dia que foi tirada a foto, mas, segundo seu pai, 4 anos depois, acometida de forte febre. O animal não se alimentou da criança, mas das fezes dela. Kevin Carter (o fotógrafo) não se matou por remorso, mas devido a dívidas e vícios que tinha, e também abalado pela morte de amigos seus, e antes mesmo de ter fotografado o menino, ele já havia tentado o suicídio outras vezes. Além do mais, se olharmos bem veremos que Kong estava usando um uma fita branca nas mãos, segundo o jornal, essa fita indica que o menino recebia ajuda da ONU.
Isso mostra como os meios de comunicação fazem uso da fome e da miséria para fazer sensacionalismo, para enganar, chocar, vender e lucrar encima das desgraças contemporâneas, e não para ajudar a mudar a realidade crítica, como a do menino Kong.
FONTES:
http://novotempo.com/noticias/2011/02/21/conheca-a-historia-verdadeira-da-foto-de-urubu-que-espera-crianca-morrer/ e http://www.observa.com.uy/MasLeidas/nota.aspx?id=109206
sexta-feira, 4 de março de 2011
Todo mundo gosta?
“Vai começar o carnaval!”. Isso não segredo para ninguém, pois a mídia, principalmente a Globo (que é quem transmite os desfiles das escolas de samba, ou seja, ela é a emissora que provavelmente lucra mais com o carnaval), nos faz, querendo ou não, lembrar disso.
E é assim todos os anos. Mas será que “todo brasileiro gosta de carnaval”, como a Globo tenta colocar em nossas cabeças? Não, certamente. A Globo diz que todo brasileiro ama o carnaval, chega a parecer que é algo inato, ou seja, já nasce com cada um de nós; e se alguém disser que não gosta, é logo colocado como “careta” e “recalcado”, alguém que não é feliz e vive da “cara amarrada”. É isso que nos é imposto. Mas pesquisas mostram que não é bem assim. “Segundo estudo do Instituto Sensus feito em 2004 em todo o Brasil, 57% dos brasileiros não gostam de carnaval e somente 21% pretendiam brincar nas ruas ou viajar para brincar no carnaval. A pesquisa mostrou ainda que 49% dos brasileiros queriam descansar em casa no feriado e apenas 6% pretendiam viajar. Outra pesquisa, realizada no Espírito Santo pelo Instituto Futura, em 2011, entrevistou 408 pessoas e mostrou que mais de 60% dos capixabas não gostam dos dias de folia. Os principais motivos para rejeitarem a festa é que 17,3% preferem tranquilidade à agitação dos blocos e desfiles de escolas de samba, enquanto 14,5% reclamam do aumento da violência no feriado. Só que a mídia faz todo mundo pensar que carnaval e devassidão são manias nacionais. Não caia nessa.[MB]” (FONTE:http://www.criacionismo.com.br/2011/03/devassidao-virou-piada-no-pais-do.html)
A Globo e boa parte da mídia tenta colocar na nossa cabeça o que devemos gostar. Fazem isso nos fazendo pensar que todo mundo gosta disso ou daquilo, nesse caso, do carnaval. Não se deixe enganar, pense nisso.
Trecho da música "Perfeição", do Legião Urbana
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Moral norte-americana
Ora, os EUA condenam a morte e matam quantas pessoas todos os anos? Muitas, certamente. Entretanto, não é sempre que se vemos os Estados Unidos sendo atacado pela mídia ocidental, a brasileira por exemplo. É engraçado como países como Irã, China, Iraque, Cuba, Venezuela e outros, são taxados de antidemocráticos e terroristas, e, em contrapartida, outros como os Estados Unidos são vistos como exemplo de país democrático, mesmo tendo sua história repleta de atos que eles próprios condenam. Genocídio, invasões, guerras e atos terroristas, como o que eles fizeram contra o Iraque, em 2003, para roubar o petróleo daquele país, caracterizam o surgimento, crescimento e apogeu norte-americano como potência no cenário contemporâneo.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
"A História das Coisas"
Um vídeo bem esclarecedor, “A História das Coisas” mostra como coisas que compramos, usamos e descartamos, têm influência negativa sobre o planeta terra, com a exploração abusiva dos recursos naturais, e sobre as sociedades, através exploração do trabalho humano.
O vídeo mostra que por trás da produção e venda de produtos, que nós compramos, existe uma engrenagem perversa, onde uma elite, uma minoria, enche o bolso dinheiro e detrimento de uma maioria que é explorada; enquanto isso, a natureza é mais e mais destruída para que esse pequeno grupo de pessoas encha ainda mais o bolso de dinheiro.
Vídeo de 20 minutos, dividido em duas partes.
1° PARTE
2° PARTE
sábado, 18 de setembro de 2010
Culto ao sofrimento
No Brasil há muitas músicas evangélicas que fazem grande sucesso, não só entre os evangélicos, mas também entre pessoas que professam outra fé. Isso se deve em grande parte pelo caráter das músicas, que buscam muitas vezes levantar a auto-estima de quem as ouve. Esse apelo ao emocional muitas vezes, porém, não é sinônimo de uma música que realmente condiz com a mensagem cristã. Um exemplo disso é a música “Apocalipse”, de autoria de Agailton Silva, que é interpretada pela cantora Damares. Essa música teve grande aceitação no meio evangélico e fez grande sucesso no Brasil, mas ao analisarmos a letra da música, percebemos que a mesma está longe de ser uma música cristã. Ao contrário de uma mensagem de amor onde se cultua a Deus, a música possui uma mensagem de sofrimento onde se exalta a dor das pessoas que, segundo a fé de muitos cristãos, ficaram na terra na “grande tribulação”. Simplificando, a mensagem da música é a seguinte: “Eu sou salvo e vou para o Céu, e quando eu estiver gozando de alegria, vocês pecadores vão sofrer nas mãos de Deus.” O povo de Deus aparece feliz, não por estar no Céu, mas pela situação dos que ficarem (ou seja, feliz por “estar na melhor”), e pior, Deus surge como vingativo e sem misericórdia. A música é sádica. Mas “Apocalipse” não é um exemplo isolado, a música “Sabor de Mel” (também de autoria de Agailton Silva e interpretada por Damares), é igualmente anticristã, a mensagem é basicamente essa: “Eu estava na pior e você não me ajudou, agora a situação se inverteu, e vou me vingar, jogar na sua cara a minha vitória.”
Provavelmente se essas mesmas músicas fossem cantadas em ritmo de rock elas seriam condenadas, mas como não são, são simplesmente aceitas. Por outro lado, muitas músicas, verdadeiramente cristãs, pelo fato de serem cantadas em ritmo de rock, são totalmente condenadas, muito embora as letras dessas músicas estejam em concordância Palavra de Deus. Isso por puro preconceito, pelo pensamento que “o rock é do diabo.” O que importa é a mensagem, e a mensagem não está no ritmo, mas na letra.